Foto: Gláucia Rodrigues
Passamos a fazer algumas considerações gerais, importantes e pertinentes sobre o concurso. Em primeiro lugar, gostaria de ressaltar que a expressiva adesão (101 inscrições, 73 entregas) e o nível dos trabalhos apresentados realmente nos surpreendeu. A partir desta observação, cumpre-nos considerar:
- A época em que o Concurso foi lançado não era das mais favoráveis, pois coincidia com férias escolares, período em que muitos arquitetos, principalmente, os que são também professores, costumam viajar com a família.
- O tempo disponível para o trabalho exigia uma dedicação quase que exclusiva.
- O projeto apresentava expressiva dificuldade em vista da configuração e topografia do terreno, assim como a necessidade de integrá-lo a outros prédios existentes.
- O programa de necessidades era bastante extenso e a demanda do Sebrae-MG no sentido de se conseguir um partido geral, mais horizontal, conduziam a uma ocupação quase total do terreno.
- A dificuldade de se entender a complicada legislação urbanística de Belo Horizonte (motivo de muitas perguntas), principalmente no que diz respeito aos impactos ambientais.
- A ocorrência simultânea de outros concursos aparentemente mais atraentes.
Resumindo: Não se tratava de um concurso fácil.
Por que razão a expressiva adesão e o excelente nível dos trabalhos?
Leia na íntegra. Clique aqui.

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